terça-feira, 19 de maio de 2015

Parcialmente Falando

Podemos entender os jornalistas, desde suas iniciais  atuações, como agentes ou atores políticos. Considerados "cabeças" produtoras de opiniões, e muitas vezes modificadores dessas, os jornalistas e o jornalismo têm em suas mãos forte poder, o qual exercem a muito tempo. 

Mas tal afirmação não significa que todos os companheiros jornalistas passem por cima da ética de sua profissão e  usufruam de seus status e se aliem e defendam sua posição ideológica partidária.  
(Ramin Talaie/AFP/AFP)
New York Times não esconde predileção
Entretanto, existem casos onde podemos observar um direcionamento de determinado veículo em defesa e/ou apoio de uma linha ou opinião politica. 

Podemos tomar por exemplo os jornais norte-americanos, que abertamente declaram apoio para candidatura de seus candidatos preferidos. Apenas para citar, em 2012, um dos jornais mais influentes do mundo, o The New York Times, declarou apoio ao então candidato a reeleição presidencial, Barack Obama, assim como já tinha feito em 2008. 

Em comparação, os jornais e revistas influentes brasileiras preferem seguir na hipocrisia e se declaram isentos no que diz respeito a politica, o que  chega beirar ao cômico.  Longe do exemplo dos jornais da terra do  Tio Sam, os "folhetins tupiniquins" velando sua ideologias e opiniões atrás de materiais dúbios e muitas vezes enganosos. 

por: Rodrigo D'avila

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